Empoderamento feminino marca evento do SAS em São Paulo

Iniciativa faz parte de projeto do SAS que tem como foco a ajuda em causas nobres voltadas para responsabilidade social, empoderamento e diversidade

O SAS, empresa líder em soluções de Analytics, realizou nesta quarta-feira (15/03), a primeira edição do Women Empowerment Day, com o objetivo de levar aos públicos feminino e masculino discussões sobre temas relativos ao papel da mulher na sociedade, suas conquistas e atuais desafios, principalmente no mercado de trabalho e na área de tecnologia.

Durante o evento, foram apresentados dados e cenários sobre a presença da mulher no atual mercado de trabalho e seu grau de envolvimento com a tecnologia. Em sua apresentação, a head de Analytics do SAS, Adriana Silva, mostrou em números e gráficos que, embora a mulher seja hoje maioria entre a população ocupada, em idade ativa e com mais anos de estudo, ainda precisa superar algumas barreiras. Entre elas estão a desigualdade salarial e rotina dupla, que envolve a divisão de seu tempo entre a vida profissional e a pessoal, principalmente quando envolve o cuidado com os filhos.

A queda do interesse das mulheres pela tecnologia também foi um dos temas do evento, apresentado pela jornalista Silvia Bassi, diretora-executiva e publisher do grupo IDG. Segundo ela, este cenário teve início na primeira metade da década de 80. "Em 1984, a publicidade criada para os computadores foi toda direcionada para o público masculino, incluindo as crianças. Com isso, meninas e mulheres foram perdendo o interesse e, hoje, existe um grande déficit entre as vagas oferecidas na área de tecnologia e o número de pessoas capacitadas para preenchê-las, o que não aconteceria se tivéssemos mais mulheres atuando no setor", disse.

Outras palestras apresentaram assuntos diversos e de interesse do público, como o projeto São Paulo Carinhosa (Ana Estela Haddad, ex-primeira-dama de São Paulo e livre docente em Ciências Odontológicas), a ausência de mulheres na área de tecnologia (Camila Achutti, co-fundadora da MasterTech e autora do blog Mulheres na Computação), empoderamento feminino em setores de baixa renda (Miriam Lima, gerente regional da Rede Asta), economia (Stefanie Birman, economista e sócia do Asset Management, BTG Pactual) e o papel da mulher na liderança das empresas (Claudia Elisa Soares, membro do conselho diretivo da Arezzo).

O destaque ficou com um debate sobre os desafios da mulher nos diversos setores da economia, mediado pela vice-presidente de Finanças do SAS América Latina, Ednalva Vasconcelos. As participantes relataram suas experiências pessoais e os desafios que tiveram que enfrentar para se destacar no mercado, como é o caso da diretora de Operações e Tecnologia do Grupo Bandeirantes, Lysbeth Cronembold. "Precisei superar várias barreiras para ter o respeito dos homens que trabalharam comigo durante um projeto em Portugal. No fim, o trabalho em grupo contribuiu e muito para minha experiência naquele país", disse.

O debate - que também contou com a participação de Monica Tyszler, diretora de Soluções e Serviços do SAS, e da professora e pesquisadora da FEA/USP Alessandra Montini, teve continuidade com o testemunho da cineasta e produtora Mariana Caltabiano, diretora do documentário VIPs - Histórias reais de um mentiroso, baseado no livro homônimo de sua autoria. No debate, ela falou sobre a predominância masculina no setor audiovisual e dos desafios que teve de enfrentar quando ingressou no mundo da publicidade. Flavia Spinelli, vice-presidente da Mcgarrybowen Brasil, também falou sobre a presença masculina no mercado publicitário, mas ressaltou que a agência mantém um comitê de diversidade, criado para discutir questões como os estereótipos nas campanhas, e que já vê mudanças nos atuais processos de seleção, com maior presença de mulheres entre os candidatos.

Regina Pistelli, diretora executiva da T-Systems, iniciou a carreira como desenvolvedora de software e pouco depois assumiu seu primeiro cargo de liderança. Para ela, atualmente é cada vez mais necessário que as mulheres contem suas histórias de sucesso e exemplos de vida.

O Women Empowerment Day marcou o lançamento do SAS Diversity & Women Leadership (SAS D&WL), projeto com foco em diversidade, responsabilidade social e empoderamento feminino; e que tem como missão oferecer apoio ao trabalho de ONGs e de outras entidades. Para isso, a empresa criou, recentemente, um fórum formado por executivos da empresa, por algumas palestrantes do evento. "A cada trimestre, vamos nos reunir para discutirmos a execução de ações que envolvam doação de tempo e esforço para causas nobres", explica o head de Marketing do SAS no Cone Sul, Kleber Wedemann.

O SAS também fará uso de suas ferramentas de análise de dados para ajudar a detectar problemas comuns que afetam a sociedade atual, como a incidência de desastres naturais, padrões de identificação de doenças e lacunas de desenvolvimento de ensino.

Sobre o SAS

O SAS é o líder de mercado em Analytics. Por meio de soluções analíticas inovadoras, voltadas para a inteligência do negócio e gerenciamento de dados, a companhia ajuda seus clientes em mais de 75.000 localidades a tomarem decisões de forma rápida e assertiva. Desde 1976, o SAS fornece aos clientes ao redor do mundo THE POWER TO KNOW® (O Poder do Conhecimento). No Brasil desde 1996, a subsidiária brasileira conta com mais de 200 clientes, escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), cerca de 180 colaboradores e atua em diferentes setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, manufatura e educação.

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