Compras de Natal devem aumentar em 2015, aponta pesquisa do SAS feita em cinco países

Consumidores da Austrália, Canadá, EUA, Reino Unido e Nova Zelândia devem ultrapassar os gastos com presentes de final de ano. Os norte-americanos lideram as compras online

 

Um dia no shopping com dados em mãos.

O SAS, líder em Analytics, realizou uma pesquisa sobre tendências, comportamento e intenções dos consumidores durante as festividades de final de ano. O estudo chamado de ‘SAS Holiday Shopper Survey’ analisou dados de 3.458 compradores de cinco países: Austrália, Canadá, EUA, Reino Unido e Nova Zelândia.

A pesquisa aponta que, nestes locais, o setor varejista será beneficiado pela maior confiança dos consumidores, principalmente, na Austrália e Nova Zelândia. Neste ano, durante a época que antecede o Natal, 79% dos australianos pretendem manter ou superar os gastos de 2014. Os neozelandeses são igualmente otimistas e 77% deles também espera desembolsar o mesmo ou até mais do que o gasto no ano anterior.“

“A maioria dos varejistas australianos pode esperar uma boa temporada de compras natalinas em 2015”, afirma Alan Lipson, especialista em Marketing de Varejo do SAS. “Mas eles esperem uma competição mais acirrada do que nunca, pois os consumidores estão recorrendo cada vez mais à internet para comparar preços e buscar boas ofertas”, afirma.

A pesquisa também apontou que os presentes mais procurados durante o Natal serão: livros, filmes, jogos, brinquedos, roupas, acessórios, eletrônicos e artigos esportivos. Apenas os neozelandeses são muito mais propensos a entregar presentes feitos em casa.

No e-commerce, as intenções de compra variam de acordo com o país e o produto. Segundo a pesquisa, sete em cada 10 compradores norte-americanos estarão ‘clicando’ em compras online, e metade deles utilizando aplicativos mobile. Apesar disso, os resultados mostraram que 80% dos entrevistados também farão visitas em lojas físicas.

Foi percebido que na Austrália e Nova Zelândia, os compradores são pouco susceptíveis a comprar jóias pela internet, preferindo a experiência de tocar e sentir o produto. Da mesma forma, eles são menos propensos a comprar artigos esportivos no e-commerce, diferente dos norte-americanos e britânicos.

Confira a pesquisa completa: 2015 SAS Holiday Shopper Survey

Cenário brasileiro

No Brasil, o atual cenário econômico deve desacelerar as vendas de Natal. Entretanto, de acordo com a consultora da área de varejo do SAS, Lori Schafer, este é o momento para os varejistas brasileiros ganharem novos clientes e também fidelizarem àqueles que já conhecem a marca.

“Durante momentos de crise, a experiência de compra é uma oportunidade para se ganhar mercado. Uma das primeiras ações que o varejista deve tomar é utilizar o Analytics para realizar a segmentação dos seus clientes. Dessa forma, é possível saber o que eles gostam de comprar e, assim, enviar a oferta correta aos consumidores certos.”

E complementa: “Toda vez que uma loja faz uma promoção, ela corta sua margem de lucro para vender mais; no entanto apenas alguns clientes vão reagir a essa promoção. Mas, quanto mais a empresa conseguir oferecer descontos específicos para cada indivíduo, mais fidelização ela terá e isso, certamente, vai melhorar as margens de lucro. O segredo está em apenas oferecer a oferta especial ao cliente que realmente vai comprar o produto. E isso só é descoberto depois da análise de cada perfil”.

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2015 SAS Holiday Shopping Survey

Clique para ver o relatório completo.

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Sobre o SAS

O SAS é o líder de mercado em Analytics. Por meio de soluções analíticas inovadoras, voltadas para a inteligência do negócio e gerenciamento de dados, a companhia ajuda seus clientes em mais de 75.000 localidades a tomarem decisões de forma rápida e assertiva. Desde 1976, o SAS fornece aos clientes ao redor do mundo THE POWER TO KNOW® (O Poder do Conhecimento). No Brasil desde 1996, a subsidiária brasileira conta com mais de 200 clientes, escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), cerca de 180 colaboradores e atua em diferentes setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, manufatura e educação.

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