Analítica aplicada ao Mundo das Telecomunicações

Por Miguel Valente, Account Executive SAS Portugal

Temos vindo a assistir, nos últimos anos, a profundas transformações na forma como as organizações interagem e se “movem” no mercado. Transformações estas originadas, em parte, pelo enorme salto tecnológico a que todos assistimos. O grau de competitividade tende a elevar-se e, por isso mesmo, há que entrar no jogo e saber dar tacadas certeiras.  

Hoje em dia, a maioria das indústrias confronta-se com constantes desafios diários e as empresas de telecomunicações não são exceção. Mais velocidade! Mais eficiência! Mais funcionalidades! Mais facilidades de acesso!
A verdade é que somos (e estamos perante) consumidores cada vez mais exigentes e críticos. Algo natural, digo eu, uma vez que vivemos em sociedades cada vez mais tecnológicas e mais conectadas.

As soluções analíticas são uma componente crítica que além de apoiarem a transformação e adaptação digital, podem disponibilizar informações que ajudarão as operadoras de telecomunicações a identificar novas fontes de receita e a vingar num mercado de caráter tão volátil como o atual…

Há já algum tempo que defendo que as novas tecnologias já pouco têm a ver com o futuro, pois se virmos bem elas estão já definitivamente incorporadas no nosso quotidiano.

É certo que acabamos quase por nem dar por isso, mas no dia-a-dia as nossas tarefas são enormemente facilitadas graças aos Smartphones, Tablets, GPS`s, contas de e-mail e mais uma panóplia de aparelhos, sistemas, sensores e aplicações sem os quais já não nos imaginamos viver.
É a chamada Internet of Things (IoT) que promete continuar em força, com todos reptos e desafios que augura acarretar.

Olhando para o mercado, a competitividade é cada vez maior e mais agressiva e isto é transversal a todas as áreas. O mercado das telecomunicações por exemplo, que nos últimos anos sofreu intensas restruturações, teve de se readaptar e melhorar a sua capacidade de resposta de forma a fidelizar os seus clientes.

Perante preços competitivos e ofertas muito similares, no que se poderá diferençar então? Por um lado, a nível interno na agilização de processos e redução de custos, de forma a aumentar a produtividade, por outro na prestação de um serviço não só de qualidade e eficiente, mas também direcionado e assertivo a cada cliente. E é aqui que entram as soluções analíticas que, de forma simples, intuitiva e em tempo real, ajudam no tratamento e gestão da informação e, em ultima instância, na tomada de decisões.

Tal como já foi referido anteriormente, estamos perante uma revolução digital mas que vai acontecendo diariamente e que, entre outras coisas, vai gerando inúmeros dados e informação que não deve nem pode ser desperdiçada. E este é um ponto crítico precisamente para as empresas de telecomunicações que, como é sabido, lidam com avultadas quantidades de dados, sendo essencial a aposta no tratamento e gestão deste ativo.
Há que saber tratar a informação, interligá-la e interpretá-la. Os dados são uma realidade que se pode transformar em algo muito valioso, daí a sua importância.

Acredito que só através desta forma de atuação – e com a ajuda das ferramentas analíticas - as empresas de telecomunicações conseguirão solucionar grande parte das lacunas do seu negócio e poder centrar-se no indispensável: traçar um plano estratégico onde a relação com o cliente seja algo fulcral. É certo que atualmente temos inúmeros pontos de contato com os clientes, o que à partida pode ser facilitador, no entanto há que não dispersar e saber usar, de forma cirúrgica, essa informação que nos é dada.

Acredite que as soluções analíticas são uma componente crítica que além de apoiarem a transformação e adaptação digital, podem disponibilizar informações que ajudarão as operadoras de telecomunicações a identificar novas fontes de receita e a vingar num mercado de caráter tão volátil como o atual…

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