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Casos de Sucesso

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Casos de Sucesso

 

CÁLCULO DE PROBABILIDADES

Petrobras investe em solução analítica para lidar com enorme volume de dados e com a incerteza relacionada a eles

Suponha que seu negócio é analisar pacotes de rochas com idade geológica entre 5 milhões e 150 milhões de anos. A companhia em que você trabalha depende do resultado dessas suas análises para decidir investimentos da ordem de 15 milhões a 200 milhões de dólares, preço de um poço de petróleo no mar. Sentiu o peso da responsabilidade? De maneira bem simplificada, esse é o desafio cotidiano do geólogo sênior da Petrobras Olinto Gomes de Souza Jr., Ph.D em Métodos Quantitativos em Geociências.

Seu desafio é obter sucesso em empreitadas dessa natureza, em que se lida com um enorme volume de dados. "A gente trabalha com as seguintes características: grande quantidade de dados e a incerteza relacionada a esses dados", descreve o geólogo. Por isso, o SAS é utilizado para essa análise de dados. "Nosso desafio é buscar novas tecnologias que permitam resolver os problemas", afirma.

"A Petrobras é uma das empresas que usa o SAS há mais tempo no Brasil: mais de 15 anos", informa Maurício Sant'Anna, gerente da área de Óleo e Gás do SAS. Ele relata que, de tempos em tempos, ao surgirem novas necessidades, a Petrobras faz mais uma aquisição, para aproveitar a evolução das soluções analíticas. "Ainda este ano, o SAS estará presente em uma área estratégica da Petrobras, auxiliando ainda mais as análises gerenciais da companhia."

"Comecei a usar o SAS em 1986, ainda no mainframe (computador de grande porte)", relata Olinto. "A importância das soluções analíticas reside principalmente no fato de que elas se mostram confiáveis em 100% dos casos. Não existe nada similar no mercado", atesta.

Uma importante utilização do SAS na Petrobras está relacionada ao suporte nas tomadas de decisões que impactam fortemente a lucratividade dos projetos de explotação de reservatórios de Hidrocarbonetos (explotar é o termo técnico usado para designar o processo de lavra de uma jazida). A construção de modelos probabilísticos que permitem a identificação de intervalos de rocha capazes de produzir óleo e/ou gás é um exemplo de aplicação rotineira das soluções SAS. No Campo de Faz, Belém, na Bacia Potiguar, essa metodologia permitiu um aumento significativo na produção de óleo quando foi implantado de um projeto piloto de injeção de vapor para auxiliar a recuperação suplementar de hidrocarbonetos.

A Petrobras especifica modelos probabilísticos para prospecção e explotação de jazidas. Olinto Souza explica que toda rocha tem algum conteúdo de material orgânico. O que vai determinar o interesse ou não na sua explotação é a quantidade maior ou menor detectada, como resultado dessas análises.

Tornar-se uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo e a preferida pelos seus públicos de interesse: essa é a meta da Petrobras para 2020. E a companhia conta com o SAS para isso. Com as soluções de inteligência analítica, o técnico ganha mais tempo livre para criar novos modelos estatísticos. "A gente ganha tempo para analisar um grande volume de dados", explica Olinto. Uma das ações que o geólogo planeja a médio prazo é ampliar o grupo de usuários do SAS na Petrobras. Além disso, os usuários de hoje também serão beneficiados com as novas funcionalidades das soluções.

MAIORES E MELHORES

Entre as dez maiores empresas do mundo de óleo e gás, oito usam SAS:

  • BP
  • Chevron Corp.
  • ConocoPhillips
  • Exxon Móbil
  • PDVSA – Petroleos de Venezuela
  • Petróleo Brasileiro S/A
  • Petroleos Mexicanos
  • Total Fina Elf S/A

Das dez maiores empresas das Américas, segundo a Americas-Fortune, três pertencem à vertical O&G e adotam o SAS. São elas:

  • Exxon Mobil
  • Chevron
  • ConocoPhillips

Entre as maiores de acordo com a Global-Fortune, cinco são da área de O&G e usuárias SAS:

  • Exxon Mobil
  • Royal Dutch Shell
  • BP
  • Chevron
  • ConocoPhillips

Crescimento acelerado

A história da Petrobras é a história da exploração do petróleo brasileiro. A companhia inicia o século XXI atuando de forma integrada na exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e seus derivados no Brasil e no exterior. Mantém inúmeros programas de responsabilidade social e meio ambiente. Possui mais de 100 plataformas de produção, dezesseis refinarias, trinta mil quilômetros em dutos e mais de seis mil postos de combustíveis. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, a Petrobras tem escritórios e gerên- cias de administração em Salvador, Brasília e São Paulo.

Devido à alta competitividade da indústria de energia, a Petrobras busca se posicionar em relação ao futuro, tirando proveito de modernos instrumentos de gestão. Sua nova estrutura permitirá à empresa alcançar metas estratégicas de expansão, internacionalização, rentabilidade e produtividade. O Sistema Petrobras inclui atividades da holding e de subsidiárias, empresas independentes com diretorias próprias, interligadas à sede. Presente em países como Angola, Argentina, Bolívia, Colômbia, Estados Unidos e Nigéria, a Petrobras também mantém escritórios em Nova Iorque e no Japão.

TECNOLOGIA APLICADA CAMPOS INTELIGENTES
Sistemas sofisticados otimizam produção do recurso esgotável 

Nenhuma empresa de óleo e gás do mundo, para manter-se competitiva, pode ignorar hoje o conceito conhecido como DOFF, sigla para "digital oilfield of the future" ou campos inteligentes. Trata-se do uso de software, hardware, instrumentação, comunicações e serviços de tecnologia para otimizar a produção, aumentar a recuperação e integrar processos de negócios.

A capacidade de medir, modelar, decidir e executar, próxima do tempo real, é um dos principais objetivos da iniciativa digital de campo petrolífero. Esse objetivo pode ser alcançado ao se reduzir a redundância humana e aumentar a eficiência operacional. As maiores empresas de O&G têm investido nessa área para melhorar a produção e reduzir os custos de mão-de-obra.

O SAS destaca-se como uma das companhias que mais podem contribuir com as empresas do setor que buscam um posicionamento nesse novo cenário. Afinal, já possui iniciativas em DOFF com empresas européias e americanas.

Recorde produtivo

No dia 25 de dezembro de 2007, enquanto o Natal era celebrado, a Petrobras comemorava mais um recorde diário de produção de óleo no Brasil. Foram 2 milhões e 238 barris, marca alcançada por poucas empresas em todo o mundo. As plataformas inauguradas no ano passado acrescentaram 590 mil barris de óleo à capacidade instalada (capacidade máxima de produção para a qual as unidades foram projetadas) nos campos nacionais. O recorde anterior foi alcançado no dia 23 de outubro de 2006, com 1 milhão 912 mil barris.

A plataforma P-54 – a última das cinco unidades a entrar em operação em 2007 – começou a operar no dia 11 de dezembro, no campo de Roncador, na Bacia de Campos (RJ). Quando atingir o pico de produção, previsto para o segundo semestre de 2008, ela acrescentará 180 mil barris por dia (bpd) à produção nacional.

Pouco antes, em novembro, duas outras grandes unidades de produção entraram em operação: a P-52, também no campo de Roncador e com a mesma capacidade total de produção da P-54 (180 mil bpd) e o FPSO Cidade de Vitória, no campo de Golfinho, na Bacia do Espírito Santo, com capacidade para produzir 100 mil barris por dia. ("FPSO – Floating Production Storage and Offloading" é um tipo de navio utilizado pela indústria petrolífera para a exploração, armazenamento petróleo e/ou gás natural e escoamento da produção por navios aliviadores).

Além dessas três unidades, em janeiro entraram em operação o FPSO Cidade do Rio de Janeiro, com capacidade para produzir 100 mil bpd, no campo de Espadarte, na Bacia de Campos, e a plataforma de Manati, no campo de mesmo nome, na Bahia, com capacidade para produzir até 6 milhões de m3 de gás por dia. Em outubro, começou a produção da plataforma do Campo de Piranema, com capacidade para 30 mil barris de petróleo leve por dia, no mar de Sergipe.

CERAWEEK 2008 PETRÓLEO E GÁS NA BERLINDA
Na agenda 2010, aumento da demanda e transferência de conhecimento

Os gigantes mundiais da indústria de energia reuniram-se em fevereiro deste ano em Houston, Texas, EUA, para participar do mais importante evento do setor, a conferência Cambridge Energy Research Associates CERAWeek 2008. O SAS também esteve na feira, observando as tendências mundiais do setor, e ampliando o relacionamento com seus clientes na área de óleo e gás. Um dos palestrantes foi Samir Awad, gerente executivo da Petrobras, companhia que levou a maior delegação brasileira ao evento.

Para Maurício Sant´Anna, gerente da área de óleo e gás do SAS, a CERA Week delineou as perspectivas do setor energético no período de 2008 a 2010. "Foram debatidos os desafios por vir, a crescente demanda por energia por parte dos países emergentes, como Brasil, Índia e China, além das limitações da reservas de óleo do mundo", exemplificou.

Os participantes apontaram também para a necessidade de investimentos em pesquisas de novas fontes alternativas ao combustível fóssil e o que chamaram de "knowledge transfer", ou seja, transferência de conhecimento (conforme as pessoas que detém o conhecimento do setor se aposentam, levam com elas essa bagagem). Discutiu-se ainda a necessidade de transferência desse conhecimento não apenas em cargos operacionais, como também de chefia. "Foram ainda fortemente debatidas as questões da globalização do mercado de gás, mudanças climáticas e mais controle na emissão de CO2", resumiu.

Produção terrestre

Embora mais de 80% do petróleo produzido pela Petrobras no Brasil venha dos campos marítimos, a produção terrestre também desempenhou papel importante no recorde diário alcançado pela Petrobras. A média dos campos terrestres tem oscilado em torno de 230 mil barris de petróleo por dia. Esse volume da produção terrestre vem sendo mantido graças a novas tecnologias desenvolvidas pela companhia para aumentar a vida útil de campos já maduros. A empresa prevê um crescimento considerável na produção terrestre, nos próximos anos.

O ritmo de entrada de novos sistemas de produção no portfólio da companhia deverá continuar acelerado em 2008. Serão instaladas três novas plataformas de petróleo e uma de gás: na Bacia de Campos entrarão em produção a P-51, no campo de Marlim Sul, com capacidade para produzir 180 mil bpd; a P-53, em Marlim Leste, projetada também para produzir 180 mil bpd e o FPSO Cidade de Niterói, no campo de Marlim Leste, com 100 mil bpd. Na Bacia do Espírito Santo, entrará em operação o FPSO Cidade de São Mateus, que produzirá gás no campo de Camarupim, projetado para produzir 10 milhões de m3 de gás por dia. A P-51 é a primeira plataforma inteiramente construída no Brasil.

CASE CONOCOPHILIPS
Controles Flutuantes - Solução SAS propicia alta performance em manutenção

Não é só no Brasil que o SAS tem forte atuação entre as empresas da área de energia. Na Noruega, por exemplo, a filial de uma importante companhia petrolífera americana, a ConocoPhillips, também se valeu do SAS para gerenciar os recursos e negócios de forma mais eficaz, focar na performance e controlar os custos, parte importante em um negócio dessa magnitude e com preços bastante flutuantes.

"O SAS tem nos ajudado muito a gerenciar nossa manutenção, nosso maior custo", diz Pal Navestad, consultor sênior de Manutenção/TI ConocoPhillips. "Utilizando SAS pudemos detectar erros no trabalho e identificar problemas rapidamente, além de mostrar às autoridades regulatórias o que estamos fazendo", resume. A solução escolhida foi a SAS Strategic Performance Manager (SPM), que, entre outras melhoras, fez com que os usuários pudessem todos trabalhar com os mesmos dados, informações fornecidas rapidamente e gerenciamento mais focado.

Para Navestad, o SAS SPM é muito versátil. "Poder aplicar qualquer regra aos dados nos dá mais controle da segurança e nos provê conhecimento que podemos utilizar em políticas preventivas. Com SAS, podemos ver o que está sob controle e que antes não estava", comemora Navestad. Para dar continuidade a essa estratégia, a ConocoPhillips decidiu implementar, também com o SAS, scorecards como parte do Strategic Performance Management.

O executivo conta que agora a Conoco pode ter uma visão geral dos processos da empresa e planejar as próximas atividades com mais facilidade. "Não conheço nenhuma empresa norueguesa com uma capacidade como essa em termos de uso planejado dos dados gerados", analisa o executivo. Segundo ele, a companhia evita erros nos processos da empresa durante muitos anos, além de reduzir o retrabalho. "Isso nos ajuda a diminuir nossos custos", garante.

A ConocoPhillips foi criada em 2002, com a fusão da Conoco Inc com a Phillips Petroleum Company. A companhia é a quinta maior refinadora de petróleo do mundo e opera em mais de 40 países. A empresa fechou o ano de 2006 com receita de 183,7 bilhões. A produção do terceiro quarter de 2007 foi de 2,2 bilhões de barris de petróleo por dia.

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