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Em linha com as normas Losango moderniza tecnologia da área de crédito para estar em dia com as novas regras do acordo Basiléia II Com 20 milhões de clientes em sua carteira e mais de 300 filiais espalhadas pelo país, a Losango sofisticou a tecnologia da área de crédito para estar em dia com o Basiléia II. Discutido pelos bancos centrais dos países mais ricos do mundo, na cidade de Basiléia, na Suíça, o acordo, que regulamentará as transações financeiras internacionais, motivou a evolução dos processos da financeira que ganharam mais agilidade e confiabilidade. Inserida em um nicho de mercado altamente competitivo, a Losango, que desde 2003 faz parte do Grupo HSBC, no final de 2002 começou a estruturar o projeto de evolução tecnológica que teve como base três grandes camadas. Uma para a construção de sistemas de rating, voltados à classificação da carteira de clientes. Outra responsável pela estruturação do ambiente de dados para gerar informações estratégicas. E a terceira, com a função de desenvolver modelos estatísticos para controle de riscos. “Nesses dois últimos níveis, foram implementadas uma base de dados em plataforma SAS e as soluções Enterprise Guide e Enterprise Miner para análise de dados e desenvolvimento de modelos estatísticos. Esses recursos contribuíram para tornar mais ágeis as tomadas de decisão dos executivos, considerando que geram relatórios estratégicos com rapidez”, diz Paulo Berner, superintendente de Modelagem de Crédito da Losango. Plataforma única Esse procedimento foi muito importante para os negócios da Losango, na visão de Berner. Até porque, as informações de variados tipos, seja de clientes ou de mercado, têm de ser armazenadas e visualizadas em um só ambiente para que o cruzamento entre elas possa gerar um material qualificado e competitivo. “Os canais de captura de negócios são uma fonte rica de dados, sobretudo em relação ao cliente. Além disso, temos também as informações sobre o setor financeiro, que interferem diretamente no nosso negócio. Em uma única base é muito mais fácil gerenciar e obter dados para promover ações e enriquecer a atuação”, conta. Com os dados concentrados, a Losango pode contar também com a rápida recuperação de informações, agilizando a tomada de decisão dos executivos e campanhas de marketing. “Desfrutamos hoje de um ambiente unificado, em que a interface é a mesma para todos os usuários. Isso facilita a realização das operações que podem ser realizadas por meio da solução e ainda a administração do ambiente. Hoje, precisamos apenas de um administrador para gerenciar todo o sistema e fazer a sua manutenção”, diz. Era da inteligência O aprimoramento de processos, sobretudo no que se refere às políticas de concessão de créditos, foi mais um dos benefícios percebidos. “O controle de riscos, por exemplo, teve um avanço significativo e foi fundamental para o negócio, visto que atuamos na intermediação para obtenção de financiamento de bens de consumo.” A Losango atua fortemente em três áreas de negócios. Administração de cartões de crédito, como o da Petrobras; empréstimos para pessoa física e CDC (Crédito Direto ao Consumidor), segmento que abriga clientes de grande representatividade na economia nacional. Com cerca de 2.500 funcionários entre matriz, localizada no Estado do Rio de Janeiro, e filiais, a Losango avalia os benefícios tecnológicos como diferenciais competitivos. A alta confiabilidade foi uma das grandes vantagens geradas pelo uso das soluções do SAS, pois proporcionou a operação de um sistema estável, capaz de servir como mola-mestra para as ações estratégicas e crescimento dos negócios. Setor financeiro reforça investimentos em TI Na avaliação de consultores, o setor financeiro é um dos mais atraentes para os fornecedores de Tecnologia da Informação, considerando que consome aproximadamente um quarto do que é vendido no mercado de TI. Ainda de acordo com os dados do estudo, que abordou 40 bancos e 40 seguradoras, os bancos de médio e grande portes vão investir especialmente em tecnologias de segurança da informação. A IDC aponta o aumento das fraudes eletrônicas como um dos principais motivadores da decisão. Outro dado importante é que apenas uma pequena parcela dos grandes bancos alinhou seus sistemas às normas do acordo Basiléia II. A maioria ainda está em processo de finalização ou iniciará a adequação neste ano. |
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