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Dados tributários em dia na Escola Fazendária
Escola Fazendária adota tecnologia SAS para aperfeiçoar análise dos impactos econômicos e seus resultados Uma análise mais próxima da realidade, com capacidade de mensurar os impactos das variáveis econômicas em questões tributárias e para a dívida pública. Além disso, definir quantitativamente o resultado na arrecadação com variação nas alíquotas de impostos. Estes objetivos levaram a Escola Fazendária - departamento ligado à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo - a adotar modelos estatísticos de séries temporais para avaliar dados tributários e relativos à dívida pública, no curso de Econometria. Criada em 1987, a Escola Fazendária (Fazesp) dedica-se ao treinamento e à capacitação de servidores públicos, diretamente ou indiretamente ligados à Secretaria, e também de funcionários de outras Secretarias. O objetivo de aperfeiçoar o corpo funcional do Estado, por meio de cursos, palestras, debates e discussões, vem desde a sua fundação. Hoje, a Fazesp é composta por Centros de Capacitação (Tributária, Financeira e Controle, Tecnológica e Gerencial e Estratégica), Equipe de Educação à Distância e pelo Núcleo de Apoio Logístico. A tecnologia está sendo utilizada na Fazesp em um curso de econometria de séries temporais iniciado em março deste ano. "Nossa expectativa é que os alunos do curso possam aprimorar a mensuração do impacto de variáveis econômicas na arrecadação", relata André Clemente, assistente-fiscal da Fazesp. O executivo acrescenta que as análises resultarão em estimativas mais complexas e precisas. "Assim, podemos contribuir para a melhoria contínua da efetividade da política tributária do Estado de São Paulo", arremata. A utilização do novo recurso está relacionada com a disseminação e a aplicação da metodologia econométrica, direcionada para a análise de séries de tempo e da inter-relação entre variáveis econômicas. Em um primeiro momento, a arrecadação de tributos será o foco das abordagens. Posteriormente, outras questões, como a dívida pública, poderão ser objeto de estudo. A escolha do SAS, continua o executivo, foi motivada por uma série de características. Dois dos pontos principais foram a interface intuitiva e os recursos estatísticos presentes na solução. André Clemente destaca também a relação antiga e a confiança da Secretaria da Fazenda estabelecidas com a empresa. "Usamos SAS há mais de dez anos para rodar nossa folha de pagamento. A aceitação da plataforma no universo acadêmico é significativa. Grande parte do ensino superior já está adaptado às aplicações SAS e sua forma de atuação", relata Clemente. Outro benefício conquistado, de acordo com o executivo, é a capacidade de lidar com grande volume de dados e processamento em larga escala. "Os recursos estatísticos precisavam estar preparados para esse montante de dados. Por isso, a solução teria de ser, antes de tudo, robusta e estável para lidar com as exigências do nosso processamento, além de produzir rapidamente as análises", conclui André Clemente |
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