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Imagine que seu negócio é analisar pacotes de rochas com idade geológica entre 5 milhões e 150 milhões de anos para decidir investimentos da ordem de 15 milhões a 200 milhões de dólares, preço de um poço de petróleo no mar. Esse é o desafio cotidiano do geólogo sênior da Petrobras Olinto Gomes de Souza Jr.
"Petrobras é uma das empresas que usa o SAS há mais tempo no Brasil: mais de 15 anos", informa Maurício Sant'Anna, gerente da área de Óleo e Gás do SAS. "A importância de contar com o SAS reside principalmente no fato de suas soluções mostrarem-se confiáveis em 100% dos casos", atesta Olinto.
Uma importante utilização do SAS na Petrobras está relacionada ao suporte nas tomadas de decisões que impactam fortemente a lucratividade dos projetos de explotação de reservatórios de Hidrocarbonetos (explotar é o termo técnico usado para designar o processo de lavra de uma jazida). A construção de modelos probabilísticos para identificação de intervalos de rocha capazes de produzir óleo e/ou gás é uma das aplicações rotineiras das soluções propostas pelo SAS.
Crescimento
Tornar-se uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo e a preferida pelos seus públicos de interesse: essa é a meta da Petrobras para 2020. E com o uso do SAS, o técnico ganha mais tempo livre para fazer análises e criar novos modelos estatísticos.
O Sistema Petrobras inclui atividades da holding e de subsidiárias, empresas independentes com diretorias próprias, interligadas à sede. Presente em países como Angola, Argentina, Bolívia, Colômbia, Estados Unidos e Nigéria, além de ter escritórios em Nova Iorque e no Japão.
Em dezembro de 2007 a Petrobras comemorou mais um recorde diário de produção de óleo no Brasil, 2 milhões e 238 barris. As plataformas inauguradas no ano passado acrescentaram 590 mil barris de óleo à capacidade instalada (capacidade máxima de produção para a qual as unidades foram projetadas) nos campos nacionais.