|
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
|
![]() |
![]() |
||||||
![]() Investindo no comando inteligente
Intelligent Meeting promove debate sobre gestão avançada em três importantes áreas da economia nacional Um tour por setores de peso do mercado brasileiro, com foco na gestão avançada, foi oferecido em um painel realizado na segunda edição do Intelligent Meeting, do SAS Brasil. Representantes de empresas de telecomunicações, mercado financeiro e setor de energia debateram sobre como a inteligência de negócios pode modificar a rotina e a atuação das corporações, resultando em maiores lucros e fidelização dos clientes. Guilherme Portela, vice-presidente de clientes da Vivo, destacou a capacidade de conhecimento dos consumidores proporcionada pelas soluções do SAS. "Temos 27 milhões de clientes e, ao contrário das outras operadoras, todos são ativos e realizam dezenas de movimentos diários. Apenas a gestão da inteligência pode analisar esse montante de informação e, mais do que isso, possibilitar a transformação desses dados em mais satisfação para os clientes, além de abrir novas oportunidades de negócios", afirma. Já o diretor do Banco Santander/Banespa, Marcelo Villaça, afirma que o setor bancário foi pioneiro na implementação de soluções de comando moderno. "Já tínhamos esse know-how em previsão de inadimplência. A partir daí, a instituição sentiu a necessidade de expandir a gestão de inteligência para otimizar produtos e conhecer os clientes, melhorando as nossas estratégias de blindagem, retenção e prospecção." O diretor, que revelou ser o Brasil responsável atualmente por 20% do faturamento do grupo, acrescenta que "hoje, nenhum banco, especialmente de varejo, é viável sem o respaldo tecnológico. E a tecnologia precisa estar ligada diretamente à inteligência". Fernando Henrique Schuffner, superintendente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), ressaltou as dificuldades da sua área de atuação. "As distribuidoras precisam olhar com muita atenção os custos, já que 28% das tarifas de luz são destinadas ao pagamento de impostos. Além disso, as normas regulatórias do setor exigem uma atenção ainda maior", alerta. O executivo explicou que, segundo determinação do Ministério das Minas e Energia, as distribuidoras da área precisam definir o montante de energia a ser comprado com cinco anos de antecedência e com uma margem de erro máxima de 3%, caso contrário, multas pesadas são aplicadas ao infrator. "Buscamos no mercado empresas que pudessem atender nossas demandas. A solução do SAS foi escolhida, pois pode resolver o nosso problema sem ultrapassar a curta margem de erro que temos", arremata. Os três representantes assinalaram um ponto comum: não há sucesso sem a definição de parcerias estratégicas. "Qualquer companhia precisa reinventar-se para sobreviver e isso não pode ser terceirizado, como também não pode ser uma ação isolada. As parcerias, em qualquer área, são fundamentais, associadas à ambição de vencer a batalha da inovação", arrematou o executivo da Vivo, Guilherme Portella. |
![]() |
| FALE CONOSCO | BUSCAR | TERMOS DE USO E NOTAS LEGAIS | DECLARAÇÃO DE PRIVACIDADE | Copyright © 2008 SAS Institute Inc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS |