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70% Dos Executivos da Área Financeira Reconhecem que a Adopção de Soluções de Gestão do Risco Teria Minimizado a Crise de Crédito
Estudo global do SAS e da Economist Intelligence Unit revela que apenas 18% dos executivos do sector financeiro afirmam ter programas de gestão de risco funcionais 59% Dos inquiridos afirmam que a Crise de Crédito os obrigou a repensar as suas práticas de Gestão de Risco em antecipação ao escrutínio dos reguladores 20% Dos inquiridos procuram novos modelos de gestão do risco, com prioridade para a gestão do risco interno, metodologias, processos, políticas e organização Lisboa, 24 de Novembro de 2008 – 70% dos executivos de instituições financeiras reconhecem que a crise de crédito deveu-se em grande parte à falta de controlo dos indicadores de gestão do risco, de acordo com o Estudo realizado a mais de 316 executivos do sector financeiro a nível global, “The Bigger Picture: Enterprise Risk Management in Financial Services Organisations”. O Estudo, realizado pela Economist Intelligence Unit em parceria com o SAS, revela também que 59% dos inquiridos afirmam ter iniciado um processo de reavaliação das suas práticas de gestão do risco, procurando modelos mais abrangentes e transversais a todas as áreas das suas organizações e em antecipação ao escrutínio dos reguladores. Mais de metade dos inquiridos declarou que a actual crise de crédito as levou a repensar em detalhe as suas práticas de gestão do risco e, embora 71% afirmem possuir estratégias de gestão do risco, assumem que estas não estão ainda implementadas na totalidade. Apenas 18% declararam ter estratégias de gestão de risco funcionais. Instituições financeiras procuram novos modelos de gestão do risco, com 20% dos inquiridos a dar prioridade à gestão do risco interno, metodologias, processos, políticas e organização De acordo com o Estudo, 85% dos inquiridos defendem que os fornecedores de serviços financeiros devem melhorar os actuais métodos de cálculo do risco, alargando-os a todas as vertentes da organização. Esta transformação nos modelos de gestão do risco está patente também na inversão nas opções de investimento interno das empresas financeiras: até ao período de crise, a maior fatia dos investimentos focalizou-se na gestão do risco de crédito para 29% dos inquiridos, seguindo-se a gestão do risco interno, metodologia, processos, políticas e organização para 19%, e a gestão do risco operacional para 16% dos decisores. Em Julho de 2008, data da realização do Estudo, as intenções de investimento para os próximos 12 meses eram claramente inversas, passando a gestão do risco interno, metodologia, processos, políticas e organização a ser prioritário para 20% dos decisores, seguindo-se a gestão do risco operacional (17%) e a gestão de risco de crédito (16%). De facto, as instituições que participaram no Estudo começam a reconhecer que os programas de risco bem sucedidos vão para além dos benefícios quantitativos e podem também ajudar a proteger a sua reputação (62%), a minimizar as perdas (46%), a melhorar a avaliação do desempenho (41%) e a atingir níveis altos de “compliance” (24%). “Esta pesquisa prova que a necessidade de programas empresariais de gestão do risco por parte das instituições financeiras estão a ultrapassar a vertente regulamentar e começam a ser transportadas para outras áreas das organizações, que pretendem adquirir uma visão mais alargada e fiel dos riscos associados à sua actividade”, diz Rui Rosa, Director de Negócio para a área da Banca e Seguros do SAS Portugal. “Ao introduzir a gestão do risco nos processos diários e numa perspectiva transversal, as instituições financeiras estão melhor preparadas para evitar ou minimizar o impacto da volatilidade económica a que estão permanentemente sujeitas”. Informação e cultura corporativas limitam a implementação de estratégia de risco das empresas de serviços financeiros Quando questionados acerca dos três principais desafios na implementação de programas de gestão do risco abrangentes e eficazes, quase metade (47%) declarou que o maior obstáculo é precisamente introduzir uma cultura de gestão de risco dentro da empresa (47%), seguindo-se a dificuldade em quantificar os riscos (45%) e em obter informação atempada e de qualidade (44%). Por estas razões, quase todos os inquiridos (97%) consideram essencial o envolvimento da direcção das empresas em iniciativas de concretização de estratégias de gestão do risco. Na análise por regiões é na Europa Ocidental que se encontra o maior número de instituições com estratégias de gestão de risco totalmente implementadas Em termos regionais, é na Europa Ocidental que se encontra o maior número de instituições com estratégias de gestão de risco completamente implementadas (21%), seguindo-se a América do Norte (15%) e Ásia-Pacífico (11%). O Director de Negócio para a área da Banca e Seguros do SAS Portugal, Rui Rosa, explica que “estes resultados por região não deverão surpreender. A nossa banca, por exemplo, é das mais evoluídas a nível mundial e tem vindo a investir na implementação de modelos integrados de gestão do risco como forma de antecipar os requisitos dos reguladores e como um método mais eficiente de alocar capital, conter perdas e proteger a reputação”. Nesta área, o SAS está presente nas principais instituições financeiras nacionais como o Millennium bcp, o BPI, o BANIF e o Montepio, entre muitos outros que utilizam soluções SAS de forma abrangente para apoio na Gestão de Risco. A nível internacional, o SAS é reconhecido por analistas de mercado como a Gartner, que posicionou o SAS no Quadrante dos Líderes no seu “Quadrante Mágico da Gestão do Risco Operacional para Serviços Financeiros 2008”. Além disso, o SAS registou uma duplicação do crescimento das receitas na área de risco operacional em 2007, assegurando pelo quarto ano consecutivo o primeiro lugar no relatório de “Sistemas de Gestão de Risco Operacional 2008” da analista de tecnologias para o sector financeiro, Chartis. O Estudo “The Bigger Picture: Enterprise Risk Management in Financial Services Organisations” está disponível online para consulta em: http://www.sas.com/resources/whitepaper/wp_5612.pdf. Metodologia do Estudo Sobre o Economist Intelligence Unit Sobre o SAS Para mais informações: Sofia Real ou Claúdia Gonçalves
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