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61% Das Empresas de Telecomunicações Sentem Ameaça da Entrada de Novos Concorrentes

 

Estudo do SAS e da Economist Intelligence Unit revela que 74% das empresas de Telecomunicações mudaram a forma de inovar para responder à concorrência

Envolvimento dos clientes é para 63% das empresas de Telecomunicações o factor competitivo nos processos de inovação actuais

Lisboa, 28 de Maio de 2008 – O mercado das telecomunicações a nível mundial está a transformar os processos de inovação de produtos e serviços através do envolvimento crescente de clientes e parceiros, para responder à entrada de novos concorrentes, de acordo com o estudo “Opening up: How R&D Is Changing in the Telecommunications Sector Today”, realizado pelo SAS e pela Economist Intelligence Unit, junto de mais de 320 executivos do sector. O estudo aponta ainda que, nos últimos cinco anos, 61% das empresas de telecomunicações e tecnologia assistiram à entrada no mercado de novos concorrentes – tradicionalmente associados a outros sectores de actividade – com produtos e serviços inovadores.

Sector das telecomunicações envolve clientes nos processos de inovação para garantir competitividade

Para se manterem competitivas no mercado de produtos e serviços de valor acrescentado, as empresas de telecomunicações já estabelecidas estão a adoptar o modelo de “inovação aberta”, que inclui a participação de fornecedores, parceiros, meio académico e, acima de tudo, clientes, na criação de inovação para os seus produtos e serviços.

Segundo o estudo, 74% dos executivos mudaram significativamente os processos de inovação nos últimos cinco a dez anos, e 78% afirmam que os clientes têm cada vez mais impacto neste processo. Quanto às fontes de inovação, 63% dos inquiridos colocam os clientes em primeiro lugar, seguindo-se a colaboração com terceiros para desenvolvimento de novos produtos e serviços, e a identificação de uma nova tecnologia ou processo de inovação para posterior aquisição e licenciamento.

“As empresas de telecomunicações estão sob forte pressão para inovarem num contexto em rápida transformação”, diz James Watson, editor do relatório do Economist Intelligence Unit. “A colaboração de mais parceiros externos, especialmente clientes, no processo de I&D, é cada vez mais considerado como um meio de responder a esta realidade, mas também traz novos desafios para as organizações”.

Ritmo da mudança tecnológica é o maior desafio à inovação e vai continuar a encurtar o ciclo de vida dos produtos

46% dos participantes no relatório considera que o maior desafio associado à inovação é o ritmo da mudança tecnológica. Cerca de 80% estimam que complexidade, custo e ritmo de Investigação & Desenvolvimento (I&D) aumente nos próximos dois anos e 50% defende que durante este período, resultado da crescente pressão para a inovação, os ciclos de vida dos produtos vão continuar a diminuir. Aqui, um quinto dos inquiridos considera que os ciclos serão muito mais curtos, diminuindo pelo menos 30%.

A par com estas tendências, oito em cada dez executivos esperam que a complexidade e o ritmo de I&D nas suas próprias empresas aumente de forma moderada ou significativa até 2010 e um em cada três decisores pretende lançar, nos próximos dois anos, entre sete a vinte novos produtos.

Para Ian Manocha, Managing Director do SAS Reino Unido, “este estudo releva que, de forma a serem inovadoras e, como tal, competitivas, as empresas de telecomunicações têm de conhecer muito bem todos os aspectos do seu negócio. A visão acerca do cliente é particularmente essencial, e estas organizações necessitam de compreender os seus clientes para prever que produtos vão ter sucesso e que produtos podem falhar. É com base no conhecimento profundo e real do negócio que as empresas poderão tomar as decisões acertadas para levar para a frente a sua agenda da inovação”.

Complementando este conhecimento com capacidades avançadas de gestão e análise de informação, os operadores do sector vão conseguir antecipar o comportamento dos seus clientes, acelerar as respostas às mudanças tecnológicas e gerar ideias para novos produtos e serviços, essencial para obter vantagem competitiva face aos concorrentes.

Para consultar o estudo completo por favor aceda a:
http://a330.g.akamai.net/7/330/25828/20080421153401/graphics.eiu.com/upload/SAS_TELECOMS.pdf

Metodologia do Estudo
O Economist Intelligence Unit conduziu uma pesquisa online abrangente a executivos seniores de empresas de telecomunicações e tecnologia, nomeadamente fornecedores de serviços integrados de telecomunicações; fornecedores de serviços de tecnologias de informação; fornecedores de software; fabricantes de equipamento de telecomunicações; fornecedores de software para telecomunicações, fornecedores de hardware para tecnologias de informação; fornecedores exclusivos de telecomunicações móveis; fornecedores de serviços de valor acrescentado; fornecedores de telecomunicações de rede fixa; fabricantes de electrónica de consumo; operadoras de cabo; fornecedores de satélite; entre outros. Ao longo de Fevereiro de 2008, 327 executivos de todo o mundo participaram no inquérito. O Economist Intelligence Unit realizou também entrevistas detalhadas e exaustivas com executivos seniores de um conjunto de empresas de tecnologia e telecomunicações a nível global.

Sobre o Economist Intelligence Unit
O Economist Intelligence Unit é o braço de informação de negócio do Grupo The Economist, editor do The Economist. Através da nossa rede global de mais de 700 analistas, avaliamos e prevemos continuamente o contexto político, económico e empresarial em perto de 200 países. Como fornecedor mundial líder em informação de valor acrescentado, ajudamos executivos a tomar as melhores decisões de negócio, disponibilizando análises atempadas, de confiança e imparciais sobre as tendências mundiais do mercado e estratégias de negócio.

Sobre o SAS
O SAS é o líder de mercado em soluções de software para business intelligence e serviços. Os mais de 43.000 clientes em 112 países utilizam o software do SAS para melhorar o seu desempenho através do conhecimento obtido pela análise de grandes volumes de dados e para a tomada de decisões informadas e rigorosas, proporcionando relações mais lucrativas com clientes e fornecedores, bem como em conformidade com os regulamentos governamentais e das reguladoras sectoriais, contribuindo para processos de negócio inovadores. Só o SAS disponibiliza capacidades para a mais completa integração de dados, armazenamento de informação e geração de conhecimento, através de sofisticadas aplicações analíticas de business intelligence, numa plataforma empresarial alargada, flexível, portável e escalável para o conhecimento do negócio, sobre a qual podem assentar aplicações departamentais e soluções verticais por indústria, integrando conhecimento de negócio. Desde 1976 que o SAS oferece aos seus clientes a capacidade de Power to Know®.

Para mais informações:

Catarina Duarte
SAS Portugal
catarina.duarte@por.sas.com

ou

Claúdia Gonçalves
GetGlobal
claudia.goncalves@getglobal.pt

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