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SAS Adquire Teragram Com esta aquisição o SAS reforça competências de text-mining e antecipa nova geração de busca em mobilidade Lisboa, 6 de Maio de 2008 – O SAS, líder em business intelligence, adquiriu a Teragram, empresa tecnológica de processamento de linguagem natural e linguística, com vista a potenciar a análise de informação não estruturada para apoio à decisão de negócio e a partir de dispositivos móveis. A Teragram está sedeada em Cambridge, Massachusetts, conta com 40 colaboradores e irá desenvolver a sua actividade como uma empresa SAS. O reconhecimento da tecnologia da empresa confirma-se pela sua base instalada de clientes que inclui, entre outros, o Banco Mundial, a Sony, o Yahoo!, a CNN e o NY Times Digital. SAS transforma dados de negócio não estruturados em informação de apoio à decisão O SAS reforça assim as suas capacidades de text-mining, na oferta de business intelligence, para transformar grandes volumes de dados de negócio não estruturados – como os que residem em emails, voicemails, relatórios, imagens e páginas de Internet, entre outros – em informação de apoio à decisão. Isto é relevante pois, de acordo com estudos recentes, os dados não estruturados representam actualmente 70% da informação das organizações. SAS antecipa próxima geração de busca a partir de dispositivos móveis A combinação da tecnologia das duas empresas vem também antecipar a próxima geração de busca em mobilidade, permitindo a qualquer colaborador armazenar e recuperar informação, conectar-se a aplicações externas – tais como sistemas de business intelligence – e aceder a bases de dados a partir de dispositivos móveis, seja um Blackberry, smartphone ou outro. Em conjunto com as tecnologias do SAS, as competências tecnológicas da Teragram de processamento de linguagem natural (que transforma textos a partir de diversas fontes em informações), de categorização (que faz a classificação dos documentos com base variados critérios) e de pesquisa de informação (estruturada e não estruturada em bases de dados) vão transformar, extrair conhecimento e disponibilizar o conteúdo integral dos documentos e dos metadados associados, não se cingindo, por exemplo, aos títulos dos documentos. “Os decisores empresariais não têm na maioria das vezes acesso a toda a informação de negócio porque esta encontra-se dispersa em emails, pedidos, reclamações ou páginas Web. A combinação das competências da Teragram com as do SAS vai alterar este cenário”, disse o Director-geral do SAS Portugal, Álvaro Oliveira de Faria. “A tecnologia da Teragram vai reforçar as capacidades do SAS de text-mining e potenciar a combinação, o acesso e a análise de informação estruturada e não estruturada em bases de dados, e a partir de dispositivos móveis. Estas potencialidades estarão disponíveis não apenas na nossa solução de text-mining, mas também em toda a plataforma de Enterprise Intelligence”, acrescentou o responsável. Informação adicional: Exemplo da aplicação prática do text-mining O sector da Banca e Seguros foi o que mais cedo reconheceu os benefícios das soluções de análise de texto e de text-mining. Os bancos utilizam ferramentas analíticas nas transcrições das chamadas telefónicas com clientes e respectivos metadados (tais como a duração, o tempo de espera e o número de transferências entre colaboradores ao longo da chamada) para determinar a satisfação do cliente e prever o comportamento deste. Já as seguradoras recorrem à análise de texto para comparar as requisições dos utentes com dados demográficos e conseguir desse modo apurar possíveis fraudes. Sobre o SAS Sobre a Teragram Para mais informações: Catarina Duarte ou Claúdia Gonçalves
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